909 Noites Insones

Agosto 29, 2009

Agulhinhas Mágicas

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 11:12 am

Dei uma sumidinha em função de umas dorzinhas que o frio trás. Descobri que tenho “vento frio interior”…uma coisa dessas…é uma espécie de conceito chinês segundo o acupunturista que andou me espetando. Tem a ver com eu não poder me expôr ao frio (isso não é novidade pra mim…). Eu não sei nada sobre conceitos de medicina oriental,  mas acho legal experimentar quando se precisa e melhorei das dores no pescoço depois que fui espetada..
Ontem, do tornozelo esquerdo saía uma linha dolorida direta para o nervo lombo-ciático e tudo estava me maltratando.Quero ver se resolvo logo porque tá durando muito neste inverno. Acho que se eu morrer velhinha, vou desencarnar num inverno, numa noite sinistra de 10 graus. Não entendo como tem gente que vai atrás do frio, da neve…vai esquiar…

Se eu pudesse, em todos os invernos eu iria para uma ilha quente caribenha. Ia pro nordeste. Ia pra Nova Zelândia. Nunca mais sentiria a estação de inverno que só serve pra fazer engordar, doer o corpo, dar sinusite, artrites e  preguiça de sair com chuva pelas ruas cinzas cheias de trânsito parado. O Rio de Janeiro dá tilte quando chove muito e eu também.

Gosto de estações não radicais tipo Primavera e Outono.

Mas enfim…ser espetada não é a pior coisa do mundo, não. Mas também não é uma maravilha…É mais ou menos  assim: a sensação que tive foi a de uma espécie de efeito benzentacílico. Ou seja, a espetadinha das agulhas é nada perto da sensação de crescente esmagamento e queimação que se sente logo depois das bichinhas acomodadas na minha carninha material. Uaaaaaaaau! que  tortura chinesa é esta?  – perguntei para o meu amigo acupunturista enquanto minha mão estava sendo trucidada por um torno imaginário. Um aperto de mão, do Hulk. Um aperto de mão quente e estraçalhante. E isso quer dizer que elas, as agulhinhas ”mágicas”, estavam resolvendo a questão energética da coisa. E resolveu mesmo: saí de lá com pescoço de mola depois de ter entrado com pescoço de paralelepípedo.

Foi dolorido uma parte, mas valeu à pena.

Falta muito para inverno acabar?

Agosto 25, 2009

O Túmulo de quase 5 Milhões de dólares

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 9:47 am

Você pagaria US $ 4.600.000,00 (quatro milhões e seiscentos mil dólares) por um túmulo?  Pois alguém  ontem pagou tal quantia, através do site ebay.com,  pelo túmulo de um homem comum (não celebridade, quero dizer)  que morreu nos anos 20. Alguém da família do falecido estava com problemas financeiros e precisava pagar uma dívida de um milhão e tantos dólares da reforma da propriedade da família em Beverly Hills. Exumararam  e cremaram os restos mortais do sujeito e saldaram a dívida, além de engordarem a conta com o  bom lucro da venda. O morto deve ter ficado feliz de ter sido útil mesmo depois de tanto tempo, né? sustentar uma família depois de morto, não é para qualquer um. Só milionário ou artista bem sucedido – que deixa direitos autoriais a receber –  conseguem tal façanha.
Mas o que tinha de especial o tal túmulo? é que ele é vizinho do túmulo da Marilyn Monroe e, com certeza, quem comprou deve achar que ao morrer vai ficar ali com a moça. Mas mesmo se ela estiver ali, agarrada aquele lugar (e Deus queira que não),  então é uma tolice isso. Quem garante que ela ia simpatizar com o futuro vizinho?  E, pior: quem garante que ela estaria em paz ? o que provavelmente não estaria acontecendo se ela ali estivesse após tanto tempo. 
Eu nunquinha que compraria tal coisa por tal valor, mas ia ficar feliz se vendessem meu tétrico latifúndio para resolverem a vida financeira. Cada minhoca deve valer uns cem dólares, não?

O Champagne da Viúva Clicquot

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 9:00 am

Sou daquelas pessoas curiosas que gostam de saber a história que há por trás das coisas, sejam estas coisas ruas, produtos, músicas, poesias e o que mais eu pretender consumir. Na verdade, às vezes, nem é o caso de consumir, pois tem coisa que custa uma grana firme que eu não disponho, mas não é por isso que eu ignoraria a história dessa coisa. É o caso de uma descoberta que acabei de fazer agora, por acaso, na internet: champagne Veuvet Clicquot.

Champagne Veuve Clicquot - traveller

Champagne Veuve Clicquot - traveller

Esta versão acima é a versão do famoso champagne para ser levado numa viagem. Acompanha também uma bolsa.*

Pois bem: descobri que a deliciosa bebida teve seu início de produção graças a um homem chamado Philippe Clicquot-Muiron e que ao falacer, seu filho François Clicquot assumiu os negócios até que este também  faleceu e sua jovem esposa de 27 anos, Nicole-Barbe Ponsardin, quis continuar os negócios, tornando-se uma empresária, contrariando os costumes de sua época.
Talvez,  ela tenha sido tão ousada pela necessidade de manter-se financeiramente na ausência do sogro e do marido. Ou ainda, quem sabe, para manter viva a lembrança de seu amado…

Isso ninguém disse ao contar a história, mas o nome da empresa passou a ser Veuve Clicquot Ponsardin (Viúva Clicquot Ponsardin). E ela tornou-se a grande dama da Casa Clicquot, construindo o prestigio que a marca mantém até hoje.  As melhorias da fábrica e das técnicas de aprimoramento na produção, passaram pela sua aprovação.
Ela aposentou-se depois de um longo tempo, delegando poderes a pessoas de sua confiança, mas dava sua consultoria sempre quando achava necessário, nunca tendo abandonado totalmente o negócio.

Durante as guerras napoleônicas, seu maior comprador foi a Rússia e o nosso Imperador Pedro II também fez encomendas da bebida. De lá para cá, a marca nunca declinou, nem durante as duas guerras mundiais.
Madame Clicquot passou desta para outra vida em 1886, mas o champagne continua sendo produzido e hoje a  Louis Vuitton comercializa a marca para o mundo e a mantém caminhando forte, sempre com sucesso pelo mundo afora.

Abaixo, retrato de Madame Clicquot (não sei quem o pintou).

Madame Clicquot

Madame Clicquot

Vi num site americano a versão lá de cima, para viagens, por $89,99 ; e se alguém viajar em lua-de-mel e comprar um desses, não ia ser muito desagradável, né ?

* O champagne = vinho branco espumante, da região de Champanhe, nordeste da França. O champagne Veuve Clicquot nasceu na cidade de Reims, que faz parte da região francesa Champagne.

Agosto 24, 2009

Maratona: as 24 horas de São Paulo

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 10:01 am
Itatiaia_parada

Parada de Itatiaia

Só hoje foi que eu parei para relaxar da maratona ” As 24 horas de SP ” . Não reclamo da maratona porque foi de repente que soube do curso breve que me interessava fazer e lá fui eu aproveitar o Sábado, justificando uma falta na aula que eu teria aqui, lá na Pós.
Valeu à pena por tudo, ainda que eu tenha chegado lá junto com a noite mais fria desse inverno. Tudo bem. Fernando Pessoa já dizia : ” Tudo vale à pena quando a alma não é pequena” e descobri que eu tenho a alma espaçosa.
Não senti um horror de frio, porque, além de bastante agasalhada, usei a mantinha que a empresa de ônibus dá para os passageiros. Tive dores incômodas no tornozelo esquerdo e na altura da lombar e não sei se foi por causa da posição ou do frio ou ambos. Eu já vinha sentindo uma dorzinha chata na lombar faz tempo –  desde quando o Pepe estava doente e eu estava dormindo no sofá da sala pra cuidar dele  - e eu acho que ficar sentada por mais de três horas numa poltrona, mesmo aquelas reclináveis, me empenou a coluna de vez. 

Aliás, o ônibus ficou parado na via Dutra por uma hora porque, na nossa frente, um caminhão cheio de batatas “deixou” tombar a carga. Tivemos que esperar chegar o auxilio, a polícia, o seguro  e sabe mais o quê, até que pudéssemos prosseguir a viagem. Isso atrasou a hora da parada . Mal alojada e numa noite fria, dá pra imaginar que chato que foi essa parte.

Então, em Itatiaia, estiquei as pernas e me deu a maior saudade de fumar um cigarro. Não sei se foi por causa da fumaça de frio saindo pela minha boca quando falei pra mim mesma “que frio” ao descer do ônibus. Mas não fumei.  Percebi o quanto estava frio naquela hora.
Lá dentro, no salão, fiz um lanche assistindo um pedacinho do jogo da seleção de volei feminina.Nas madrugas aqui em casa, eu  já vinha acompanhando antes de viajar e fico feliz que elas sejam campeãs pela oitava vez e invictas! elas merecem muito!

Bom, cheguei em São Paulo sozinha de ônibus pela primeira vez e e não errei nada. A rodoviária é muito bem sinalizada para quem quer pegar o metrô e não tem como errar. Quem pretende ir a SP de ônibus e pegar o metrô para circular pela cidade, pode ir sem medo.
Fiz o curso (muito bom), e depois fui na feira de artes da Praça Benedito Calixto dar uma volta e conhecer o trabalho das pessoas e fui encontrar o Serginho e a Ana, amigos queridos que moram lá (Serginho estudou comigo aqui). Encontrar amigos pelos portos onde atracamos é muito bom.
Depois de  tomarmos um bom cappuccino e colocarmos o papo em dia, fomos dar uma volta e eles  foram me acompanhando, gentilmente até a rodoviária, pois eu queria voltar logo pra a casa quentinha.

Detalhe: neca de dormir,  pois cheguei em SP às 8 da manhã e a aula era às 9 (até 13:30 hs). Não consegui pregar o olho no ônibus por causa da falta de boa posição.
Então, eu estava voltando pra casa e achava que eu ia desmaiar quando sentasse na poltrona do bus. Que nada… quando eu pensava que ia esticar as pernas na poltrona vazia ao meu lado, uma última pessoa entrou atrasada no ônibus e sentou bem ao meu lado.

A surpresa: a moça atrasada sentou ao meu lado e me olhou firme nos olhos e disse:
— seu rosto não me é estranho. Sou boa fisionomista e nunca esqueço um rosto.
Eu pensei: — Ai meu Deus..espero que ela não me confunda com alguém que ela tenha contas a ajustar (como vi na rua uma vez, uma mulher apanhando de outra mulher, que achava que a outra era amante do marido dela, mas se enganou e só percebeu o erro depois que olhou direito pra pobre mulher toda lanhada de unhonas assassinas).

Então, por via das dúvidas,  liguei meu alerta vermelho interior e olhando pra ela também,  fui percebendo, aos poucos, que ela também não me era estranha e perguntei se ela morava no meu bairro e ela respondeu que não. Perguntei se tinha estudado na faculdade aonde estudei e ela disse que sim. Resumo: ela é designer e estudou no mesmo ano que eu, com os mesmos professores e tal. Mundo pequeno este.
 Desliguei o alerta vermelho e desmaiei de sono. Eu estava cansada demais para ser boa companhia.
Acordei na parada de Roseiras para esticar as pernas um pouco e tomei um delicioso caldo verde quente e honesto. Voltei e dormi até chegar no meu Rio querido.

Foi tudo ótimo e perfeito, mas da próxima vez, não vou voltar no mesmo dia.

Minha Vitrolinha: In a Manner of Speaking

Arquivado em: Minha Vitrolinha — Norma Spagnuolo @ 8:07 am

vvitNoutro dia, passeando pelas ruas musicais da internet, deparei-me com essa canção. Cada dia me convenço mais de que a nossa energia atrai as coisas todas: os problemas, as soluções, as canções, as imagens, os amigos, os desafetos e tudo o mais que existe e que precisa ser encontrado para que um pequeno foco de luz se esparrame humilde e certeiro em cima da nossa cabeça. Sooner or later.

Então, achei essa canção suavezinha que vai e diz:  ”give me the words that tell me nothing / everything”  – ou seja, traduz o tudo que o silêncio tem dito, o nada que tudo diz sem falar. Só que tem horas em que a palavra está pronta, a frase tem que ser dita porque senão passa do ponto. É quando a palavra certa liberta.
A partir daí, um capítulo do livro encontra o fim para que um novo se inicie.

Espero que gostem.

In A Manner Of Speaking
Nouvelle Vague
(featuring Camille)

In a Manner of speaking
I just want to say
That I could never forget the way
you told me everything
by saying nothing

In a manner of speaking
I don’t understand
How love in silence becomes reprimand
But the way that I feel about you
is beyond words

Oh give me the words
Give me the words
that tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
that tell me everything

In a manner of speaking
semantics won’t do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel
might have to be sacrificed

So in a manner of speaking
I just want to say
that just like you I should find a way
to tell you everything
by saying nothing.

Oh give me the words
Give me the words
that tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
that tell me everything

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Agosto 19, 2009

A Arte de Escrever, Publicar e Comercializar o Produto Livro – SP

Arquivado em: utilidade — Norma Spagnuolo @ 3:30 am

Um curso breve, em São Paulo, e que parece ir direto ao assunto.
Estarei lá para conferir.

Mais informações sobre outros cursos, só ir no site:
http://www.escoladoescritor.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=2

Abaixo, um apanhado sobre do que se trata esse curso.

 Vamos desvendar os “mistérios” que envolvem o mundo do livro. Formatos e Curiosidades. A invenção de Gutenberg e a popularização do livro impresso.  Registro de Direito Autoral, ISBN, Ficha Catalográfica e Depósito Legal. Como funciona o mercado editorial. O processo de criação. Escolhendo um tema e o público-alvo de uma obra. Identificando oportunidades. Preparação de originais e os cuidados necessários para uma publicação. Leitura Crítica e Agenciamento Literário. O livro comercial e o livro independente. Etapas de uma produção: edição, revisão e liberação. Distribuição, comercialização e divulgação do produto livro. Lançamento e Noite de Autógrafos.

Dia: 22 de Agosto de 2009 – Sábado
Horário: das 9h às 13h
Carga Horária: 4 horas
30 vagas
Preço Único: R$ 100,00
 

Sala de aulas:Rua Mourato Coelho, 393 conjunto 1 (esquina com Rua Teodoro Sampaio) 
CEP 05417-010 – Bairro de Pinheiros, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3034-2981
Estacionamento em frente no Supermercado Pão de Açúcar.

A estação de metrô mais perto é Clínicas.

I Seminário de Leitura, Produção Textual e Produção Editorial – RJ

Arquivado em: utilidade — Norma Spagnuolo @ 3:17 am

seminario_leitura

Também estarei lá… até porque,  é no mesmo dia e hora do meu curso (mas o seminário é aberto para quem quiser ir).

Agosto 18, 2009

Fora do Olimpo dos Perfeitos

Arquivado em: Ilustrações, Poesia — Norma Spagnuolo @ 6:07 am
Horizonte Liberado

Horizonte Liberado - Norma Spagnuolo

Sonhos abortados
e realidade travestida
 de vida sossegada,  de vida bem sucedida
A vida sem paixão,
com lua de cenário teatral
e o calor que nos sufoca não é o mesmo que vem do sol.

Nenhum risco a correr
também quer dizer nada a ganhar:
seu medo de perder
meu medo de vacilar

(mas) Quanto se erra achando que não?
Quanto se acerta sem saber?
Eu queria tanto poder te mostrar…

O fato é que a gente está do lado de fora
 do olimpo dos perfeitos
e não há nada que a gente faça, baby,
que vá mudar isso.

Eu erro porque quero,
porque vou pro “céu”,
erro por fragilidade,
erro porque vi de perto o inferno
 da nossa humanidade.

Não sabe que a  gente sempre vai ficar abaixo de Deus ?

Quanto se erra achando que não?
Quanto se acerta sem saber?
Eu queria tanto poder te mostrar…
Melhor seguir adiante

Norma Spagnuolo

Minha Vitrolinha

Arquivado em: Minha Vitrolinha — Norma Spagnuolo @ 5:42 am

vvitPra quem um dia sentiu sua alma longe e depois de muito tempo começou a resgatá-la. Para quem se viu extraviado por susto, imposição ou vontade e resolveu que era hora de voltar…

Taí uma musiquinha que pode ser a trilha sonora do impulso da volta,  apesar de ter uma canção brasileira que não consegui colocar  aqui, mas que merece algumas audições e que falam algo sobre isso : “O que foi feito de Vera”  (…” alertem todos alarmas que o homem que eu era voltou…”)- Milton Nascimento /  Fernando Brant.

Como não tem (ainda), vamos de Stereophonics por enquanto.

Maybe Tomorrow
por : Stereophonics

I’ve been down and
I’m wondering why
These little black clouds
Keep walking around
With me
With me

 It wastes time
And I’d rather be high
Think I’ll walk me outside
And buy a rainbow smile
But be free
They’re all free

So maybe tomorrow
I’ll find my way home
So maybe tomorrow
I’ll find my way home

I look around at a beautiful life
Been the upperside of down
Been the inside of out
But we breathe
We breathe

I wanna breeze and an open mind
I wanna swim in the ocean
Wanna take my time for me
All me

So maybe tomorrow
I’ll find my way home
So maybe tomorrow
I’ll find my way home

So maybe tomorrow
I’ll find my way home
So maybe tomorrow
I’ll find my way home

So maybe tomorrow
I’ll find my way home
So maybe tomorrow
I’ll find my way home

Agosto 17, 2009

Não Censuro Comentários

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 1:56 am

Tenho reparado que um tal de anti-spam Askimet sempre avisa que bloqueou tantos spams-coments aqui no blog e que, ao mesmo tempo, tenho tido cada vez mais amigos visitantes . Naturalmente, devem haver spams mas, num dia  desses, uma amiga escreveu dizendo que havia escrito um comentário e que este não tinha aparecido no blog. Ficou parecendo que eu não aprovei e eu não censuro comentários.  Então, quero que saibam que não estou censurando comentários e que simplesmente estes nem aparecem para minha apreciação do conteúdo. O tal Askimet já bloqueia quase tudo e o que deixa para eu ver, sempre está em forma de um monte de consoantes juntas, de maneira que não consigo identificar nem o autor nem o conteúdo do comentário. Sendo assim, estes poucos “hieróglifos” que vejo, acabo jogando fora mesmo.
Eu só censuraria comentários cujo conteúdo fosse ofensivo e de baixo calão, mas sou entusiasta da opinião livre e da liberdade de expressão.Se alguém teve seu comentário não publicado, é porque não cheguei a lê-lo.
Mas estou estudando uma maneira de ter acesso aos spams (e comentários que o Askimet considera spam) para que eu mesma decida o que é spam verdadeiro e o que é comentário de visitantes. Ok?
Obrigada a todos pela visita, voltem sempre e fiquem à vontade para comentar, reclamar, discordar sugerir e o que mais acharem bom escrever!

beijos
Norma

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