909 Noites Insones

Junho 29, 2009

Abandono, Tortura e Violência para com os animais tem que ser considerado crime

Arquivado em: utilidade — Norma Spagnuolo @ 2:30 am

Diga NÃO ao Projeto de Lei 4548/98 em nome dos nossos amigos de 4 patas!

Amigos,

Temos uma missão muito difícil pela frente e precisamos unir nossas forças em nome daqueles que não conseguem se fazer ouvir.

Tramita na Câmara de Deputados, em Brasília, o Projeto de Lei (PL) 4548/98, de autoria do Dep. José Thomaz Nonô, que visa retirar os animais domésticos do amparo do art. 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), nossa principal ferramenta na luta contra maus tratos em animais.

Apesar da nossa Constituição Federal dizer em seu art. 225 que se impõe ao Poder Público e à coletividade o dever de “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”, o PL 4548/98 é julgado constitucional pela Comissão de Constituição e Justiça. Total absurdo.

Na JUSTIFICATIVA apresentada pelo Deputado Nonô, vê-se claramente que o intuito por trás do Projeto de Lei 4548/1988 foi permitir que as vaquejadas, rodeios e cavalhadas passem a ser permitidas – até mesmo a farra do boi e as rinhas ficariam legalizadas. Segundo o deputado “existem a vaquejada, a cavalhada e uma série de ESPORTES populares, cuja prática, evidentemente, a lei jamais pretendeu cercear”.

O Dep. Tripoli entrou com um recurso de inconstitucionalidade que foi indeferido e arquivado por falta de amparo no Regimento Interno da Câmara.

Buscando reverter à situação, no dia 27 de maio o Dep. Tripoli apresentou outra ação, “questão de ordem 475/2009”, visto que o indeferimento do seu recurso anterior não havia sido devidamente justificado. Caso a ação do Dep. Trípoli não seja acatada desta vez, o PL deverá ir a Plenário para votação!

Sua aprovação significaria o maior retrocesso da história do movimento de proteção animal no Brasil e não podemos deixar que isso aconteça !!

Pedimos a colaboração de todos no sentido de ligarem para a Câmara no telefone 0800-619619 e também, enviarem emails aos Deputados Federais de seus Estados, assim como, aos líderes de todos os partidos na Câmara, ao Presidente e aos Vices, solicitando a Rejeição do PL 4548/98 quando o mesmo for à votação em Plenário.

Escreva apenas uma vez e encaminhe cópias para os outros orgãos listados abaixo. É rápido e os animais agradecem.

Para acompanhar o andamento do PL 4548/98 e obter os emails dos Deputados de seus Estados acesse o site da Câmara:  http://www2.camara.gov.br/

E-mails da Presidência da Câmara, dos Vices e do “Fala Cidadão”:
presidencia@camara.gov.br
primeira.vice@camara.gov.br
segunda.vicepresidencia@camara.gov.br
cidadao@camara.gov.br

Várias outras ações já estão sendo planejadas para que aconteçam, de forma simultânea, em todos os municípios brasileiros onde a proteção animal for atuante.

É FUNDAMENTAL que o maior número de pessoas participe dessas ações para que elas obtenham resultados positivos.

Faça a sua parte nessa Luta!Os Animais possuem o Direito de Vida e o Respeito pela mesma, Como todos Nós!
Não abandone os Animais! Não seja Omisso!
Abandono,Tortura,Violência…você vai deixar tudo terminar em pizza??? Para ser considerado Crime Depende de Você!
Diga NÃO ao Projeto de Lei 4548/98 em nome dos nossos amigos de 4 patas! Os Animais precisam de você!

E nas próximas eleições, não votem neste Nonô, sujeito ignorante.

Este post foi transcrito aqui, mas pertence a um blog de amor aos animais: http://abrigodaserra.blogspot.com/

Minha Vitrolinha: In The Mausoleum

Arquivado em: Minha Vitrolinha — Norma Spagnuolo @ 1:37 am

vvit A vitrolinha vai tocar In The Mausoleum, de um grupo chamado Beirut, porque esses dias estão com muito clima de enterro; mas a música é boa e nem lembra tanto esse clima porque tem um violino muito bonito, assim como o arranjo todo que me parece bem distante da idéia de algo fúnebre.
 Abaixo, a letra:

Time travels to learn
your secret life
in your mausoleum

And Berlin
is so ugly in the morning light
but with them
I could never feel so right

Olha quem era o monstro do comercial!

Arquivado em: vídeo — Norma Spagnuolo @ 12:12 am

Junho 28, 2009

Bloomsbury, Beatniks ou Montparnasse?

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 12:15 pm

Andei estes dois dias meio devagar porque extrai um dos sisos. Nenhuma dor, mal estar, nada..apenas não se pode comer nada sólido nem quente e nem fazer esforço. Então, cá estou na chatíssima dieta do sorvete. Um sacrifício imenso.
Mas fui à aula ontem de manhã e lá ficou definido que, além de escrever um conto baseado num outro já existente, de alguém conhecido, terei que escrever uma crônica. Minha veia de escritora (ruim) sumiu desde quando passei a dar atenção ao meu lado de comunicadora visual, mas vou espremer-me até aparecer a tal veia e espero que ela tenha melhorado depois das longas férias. Também terei que apresentar no final da matéria, uma forma de publicação qualquer e resolvi fazer um protótipo do que seria um zine de literatura,  onde eu falarei sobre os jornalistas, livreiros e escritores  americanos e inglêses  que foram morar em Paris nos chamados Années folles que compreende o período que vai de 1918 e vai até 1929.
O Livro ” Paris é Uma festa” de Ernest Hemingway, trata desse período, quando ele ainda era um aspirante a escritor  e estava naquela cidade cheia de expoentes da cultura mundial, não só escritores, mas também pintores como Picasso, Utrillo, Modigliani e vários outros. Tinha a Gertrud Stein,  Josephine Baker, Djuna Barnes, Peggy Guggenheim, Scott  e Zelda Fitzgerald, Tristan Tzara, Jean Cocteau, Ezra Pound…enfim, um mundo de gente que escancarou as portas do mundo moderno no que ele tem de bom e de ruim. O livro “Os Exilados de Montparnasse” , de Jean-Paul Caracalla , também fala sobre esta época. Excelente livro, por sinal.
No Brasil, nesta época, tivemos a Semana de Arte Moderna, com Tarsila do Amaral, Anita  Malfatti, Oswald de Andrade…tinha a Pagu…tinha o Monteiro Lobato (que estava numa esfera à parte e ainda fez uma crítica, no mínimo cruél, à obra de Anita Malfatti – a ponto dela parar um tempo de pintar). As coisas andavam “quentes” por aqui.Tinha o Villa-Lobos, que estava em Paris em 1923, com bolsa de estudos, mas voltou em 1930.
Sempre existe a possibilidade de se falar sobre Jack Kerouac e os escritores beatniks, americanos considerados loucos, libertários, pederastas e outros adjetivos menos educados ainda, mas que  ajudaram a quebrar a onda do puritanismo yankee que forçou muitas cabeças pensantes norte-americanas a saírem da terra de tio Sam em épocas anteriores, como nos anos 20, por exemplo.
O grupo de Bloomsbury, de Virgínia Woolf e seu marido Harold, também daria um bom assunto, mas se colocá-los com o grupo de Montparnasse, é bem provável  ficarem de picuinha uns com os outros  nas folhas do meu rascunho e o clima ia ficar péssimo para se trabalhar.
De qualquer forma, mesmo espremendo o meu cérebro, sei que vou me divertir.
Não é todo mundo que passa um fim de semana de repouso com tanta gente bacana juntas, mas terei que suspender o absinto…

Junho 27, 2009

Atrevimento Federal Revoltante

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 6:19 am
Escada não estava prevista no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer

Escada não estava prevista no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer

Que estória é essa do chefe da administração do Senado, Agaciel Maia, construir dentro do Senado Federal um puxadinho de luxo, secreto, pra ele, como se o Senado fosse sua casa particular? que abuso é esse? por muto menos a França promoveu uma Revolução.
Para completar o atrevimento desse meliante, vagabundo de terno e gravata & verniz, o sujeito ainda via vídeos com sugestivos títulos, tipo : “tardes molhadas’.
Ele simplesmente desaparecia sem ser visto.
Agora, a pergunta que não quer calar; e ninguém via a obra? ninguém ouviu barulho, nem viu movimento de pedreiro? Quem mais usufruia da salinha de festas do bandido travestido de homem público respeitável?
Que pena que essa malta de cretinos, malfeitores tenha foro especial…
Um Senado deste, com um mundo de engravatados que revoltam, há tempos, a população brasileira com suas caras-de-pau e cinismo é que faz com que cidadãos com mini-poder cometam todo tipo de deslize ético-moral nas repartições públicas  e empresas mistas e privadas deste país.
Diz a revista ÉPOCA: “…Os novos diretores do Senado descobriram que Agaciel mandou construir uma escada secreta, não prevista no projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, entre o terceiro e segundo andares do Anexo I, a ala mais vip da Casa. Agaciel tinha acesso a escada em espiral por meio de uma porta no fundo de seu gabinete. Por essa escada, Agaciel poderia descer os degraus sem que a sua ausência fosse notada pelos funcionários da Diretoria-Geral. E que o havia no andar de baixo? De acordo com servidores do Senado, havia uma espaçosa sala, decorada com sofás e tapetes vermelhos e um telão para exibição de vídeos, que era usada por Agaciel para encontros também secretos. Um dos vídeos mostrados no telão de Agaciel, segundo servidores do Senado, tinha um título sugestivo: tardes molhadas. Uma providencial reforma, concluída há 20 dias, transformou o local em um gabinete para o senador João Claudino (PTB-PI), 2.o Secretário do Senado.”
Tinha que prender esse sujeito e suspender seus proventos e fazê-lo devolver o dinheiro público gasto com a obra e mais juros (e ainda passar um tempinho na prisão). Despedido sumariamente.
Se eu não ando com segurança na rua e alguém se sente no direito de entrar na minha casa para roubar, é por causa disso. È uma reação em cadeia que vem de cima e vai descendo até as camadas mais baixas e todas as camadas confiantes na impunidade. E o cidadão comum, trabalhador, que paga imposto sobre tudo e é provedor de bens materiais para ladrões de camiseta Hering , camisa social ou de terno Armani, não tem a quem recorrer. 
Se o sujeito é de festinha, surubas, drogas e o escambau, isso é problema dele. Mas dentro do Senado do meu país, numa salinha clandestina  e ainda construída com meu dinheiro, se divertindo às minhas custas e na de mihões de brasileiros, isso é demais…inadmissível. Uma afronta.
Me pergunto umas coisas: 
Será que vão protegê-lo porque outros também iam pra “festinha federal” ?
Esse cidadão dorme tranquilo?
Aonde este país vai parar?
Que país é esse?
Que Justiça  é essa que só funciona com ladrão de pote de manteiga ? ( e o sujeito rouba pote de manteiga pra passar no pão de seus filhos por causa de um ladrão parasita  miserável de terno que fica em Brasilia,  com medo de gente simples de aparência pobre).
Quando isso vai ter fim?

Junho 26, 2009

E lá se foi também Farrah “Jill” Fawcett

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 3:07 am

Outro ícone americano que se foi hoje foi a Farrah fawcett, uma das atrizes do seriado “As Panteras” (Charlie´s Angels ), que passou no Brasil de 76 até 80, mais ou menos.O seriado virou filme no cinema com a Drew Barrymoore, Lucy Liu e não sei quem foi a outra. Mas nada era igual aquelas primeiras panteras, pois elas foram as primeiras mulheres independentes a passar na TV no Brasil e, talvez, no planeta,  num mundo machista onde mulheres e carrões não combinavam. E é aí que entra a Farrah Fawcett, pois ela era a Jill, pantera loira, independente, sempre rindo, de bom humor com a vida e tinha um carrão esporte super bonito. Até então, carrões esportes eram apenas para astros tipo Paul Newman. E mulher bonitona tinha dono. Depois das Panteras foi que veio Malu Mulher e deram mais espaço pra a mulher. Inclusive o seriado super pancadão “Quem Ama Não mata”, que acho moderno até hoje e me deixou de boca aberta na época. Eu era uma adolescente que via muita TV além de ouvir roquenrou…
Lembro que as mulheres adultas que eu conhecia, todas queriam ter aquele visual da Jill: cabeleira longa e picotada, loira com reflexos. Tinha mulher que absolutamente não combinava em nada com o visual, mas lá ia a mulher se achando puro poder.
Antes de Farrah Fawcett, mulher bonita e esporte só era associado com boxes de fórmula 1, onde as modelos iriam fisgar um piloto e não dirigir um carro com listas e número na porta. Ser inteligente ? nunquinha  em tal arrumação de palavras e conceitos.
O seriado foi um anúncio de uma nova era para as mulheres. Note que o Charlie comanda as três beldades, mas ele nunca aparece. O único homem que aparece é o Bosley, que era um tonto, mero secretário de Charlie, função esta sempre associada à mulher.
Farrah Fawcett largou o seriado praticamente no auge e isso deixou muitos fãs tristes, inclusive eu, que queria ter o carrão e a independência da Jill quando fosse adulta, mas muita gente ficou com raiva achando que a atriz tinha ficado “mascarada”. Para piorar a barra da popularidade, ela pediu o divórcio do também famoso marido Lee Majors que fazia um super sucesso também mundial com o seriado “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, pois ela estava tendo um caso com o ator Ryan O`Neal e eles queriam promover o caso em casamento. Foi como se ela tivesse transformado o Capitão América numa espécie de corno universal e toda galáxia deveria punir aquela mulher perfídia (mas não estamparam a cara do Ryan O`Neal nos jornais como um vilão miserável ).
A opinião pública americana e seus jornalistas desceram a lenha  nela e de mocinha, ela virou vilã. Ficou 17 anos casada com ele.
Nesse meio tempo, ela fez filmes dramáticos fortes porque queria ser considerada atriz e não mulher bonita, fútil, rica e “traidora de marido”, mas mesmo assim não conseguiu ter o mesmo sucesso que teve como a alegre e desencanada  agente Jill.
Hoje ela se foi depois de lutar contra um câncer anal, por três anos.
Pelo que se sabe dela, ela foi coerente com sua vida e era da paz. Deu-se o direito de fazer o que queria e não o que se esperava que um ícone feminino da classe média americana fizesse. Essa postura real, tem muito a ver com aquela Jill, moderna e de alma livre, que dirigia um carro esporte bonitão. Pena que ela foi perdendo o sorriso e a leveza por querer amar quem quisesse e viver do jeito que bem entendesse.
Descanse Farrah e que Deus te abençoe.

Jackson 5

Arquivado em: vídeo — Norma Spagnuolo @ 1:15 am


delicioso de ouvir sempre

Lá se foi Michael…

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 1:06 am

Como todo mundo, eu também fui pega de surpresa com a morte do Michael Jackson. Infarto aos 50 anos e, segundo os jornais, ele havia feito um check-up recente e estava ótimo. O mesmo aconteceu com o Zé Rodrix, que teve infarto depois do check-up recente dizer que ele estava ótimo também. Tô começando a não acreditar em check-ups.
Michael me surpreendeu agora e me surpreendeu pela primeira vez quando ouvi sua voz de menino, no Jackson 5, num disco que meu pai tinha. Muitos anos depois, quando ele lançou o Thriller, surpreendeu de novo. O mundo inteiro (e eu) ficamos de boca aberta com aquele disco de músicas dançantes e de excelentes melodia e ritmo. A invenção do video-clip de qualidade, contando uma estorinha, é praticamente dele. Até então, eram toscas as apresentações das músicas na tv. Michael quebrou recordes e paradigmas em relação ao universo pop. Acho que foi o único artista negro que seduziu não só os brancos americanos, como também pessoas de todas as etnias de todos os continentes. Deve ter eskimó que dança aquela dancinha lenta de frente para trás.
O pop tem sua tradução no nome de Michael Jackson.
Curiosamente, meu disco predileto de Michael não é o Thriller e sim o anterior a ele, intitulado Off The Wall. Foi o Off the Wall e sua musicalidade que trouxeram Michael de volta às rádios após longo tempo de discos bacaninhas e só. Foi o Off the Wall, produzido pelo mago do som, Quincy Jones, que deu ao Michael Jackson independência para ele poder realizar seu maior projeto individual que foi a realização de Thriller. E. à partir de Thriller, o céu foi o limite.
Michael estava se preparando para voltar aos palcos após longos anos de ausência. Curiosamente, o John Lennon foi morto também quando estava retomando a carreira. Curioso isso, mas pelo menos Michael morreu em casa, sem violência.
Lembro dos desenhos do Jackson 5 e como eu ria. No desenho, Michael tinha um amiguinho rato chamado Ben, que foi até música lenta, de dançar e tudo. Já era um menininho “diferente, com voz de anjo e responsabilidade de adulto. Eu era uma menininha também e ele era meu ídolo infantil.
Não gostava tanto do Michael celebridade excêntrica de depois de Thriller, mas o Michael artista é absoluto.
Só um cara é maior do que ele e agora reina absoluto no universo pop e seu nome é Paul McCartney, que tá enterrando todo mundo, coitado….

Que Deus abençoe Michael.

Junho 24, 2009

Respondendo à Mara sobre Implante Dentário e IMBRA

Arquivado em: utilidade — Norma Spagnuolo @ 11:12 pm

Mara vou expôr sua carta porque sua pergunta pode ser útil para outras pessoas, bem como minha resposta.
Eu não ia tornar público a estória, mas em função de sua carta, resolvi proceder publicamente justamente pela utilidade púbica da questão, mas sem citar nomes.

olá! tenho que fazer 2 (dois ) implantes, um superior e o outro inferior. Estou morrendo de medo. já conversei com várias pessoas. Todos me disseram q é muito tranquilo.Apesar q uma só me aterrorizouuu,me disse que qndo vc faz e´muito bom, o dificíl é o pós- operatorio,…Mas conversei com o meu dentista ele me tranquilizou muito. Disse para eu ñ preocupar, para ñ escutar ninguém, q cada caso era um caso….Tinha dúvidas sobre os exames que iria fazer, como eu havia dito sobre a pessoa q me aterrorizou ela disse que tinmha de fazer um exame de coagulaçao sanguinea,caso desse alguma coisa,..Mas ele disse que n tinha problema algum, q era so a rx(panoramica)….me responda por favor bjs

Resposta à Mara

Olá Mara,

meu Pós-Operatório foi ruim e ainda para piorar, meu médico não atendeu meus telefonemas numa noite de dor intensa. Lá na IMBRA (de Botafogo, pelo menos) tem essa característica de você falar sempre com um especialista e nunca ter um único responsável por você , de maneira geral. E isso, na hora em que vc precisa de ajuda por sentir dor, se for de noite não tem jeito por que a IMBRA não tem emergência noturna e você não tem um responsável direto pelo seu caso. E se for de tarde, você tem que ir para a emergência deles e lá, o médico que te operou pode não estar, pois é por plantão e o andar da cirurgia/cirurgiões é outro. Bom, depois de sobreviver ao pós operatório, você vai ficar 3 meses usando um Provisório antes de colocar o definitivo. É para seu organismo decansar da cirurgia, se acostumar com o implante do pino e o provisório quebra um galho. Vc não vai precisar ir ao dentista por 3 meses se o seu provisório não quebrar, mas isso é difícil.
O provisório é frágil e quebra toda hora quando vc come algo mais forte. Quebrei uma vez, quando coloquei e voltei no dia seguinte para refazer. Uma chatice. Então, para não dar problema, passei a me alimentar de coisas moles, sem necessitar mastigar muito. Não queria ir lá toda hora para consertar provisório quebrado porque não tenho tempo e nem paciência pra isso.  Falei isso pros dentistas lá. Eles disseram que era assim mesmo, pois são provisórios mesmo. Então tá, pensei.
Independente do provisório, vc coloca o cicatrizador, que é um pino que se enrosca no seu implante, antes de vc colocar a coroa/ dente definitiva. Ele tem a função de dilatar sua gengiva, pelo que me disseram e prepará-la para receber o dente. Fiquei com o cicartizador, e sem dor. Apenas incomodava um tiquinho de nada. Achei que era normal.
Neste mês, Junho de 2009,  fui colocar o tal dente definitivo/ coroa, que é enroscado no cicatrizador, mas senti dores terríveis nessa hora e me mandaram pro meu ex-cirurgião, o tal dr. insensível porém, educado, que me fez passar o pós-operatório sem apoio, e ele me disse que eu tinha perdido o implante e que isso pode acontecer. Tirou tudo. Fiquei aliviada e minha gengiva também. Ele disse para eu voltar lá depois de 2 meses para nova cirurgia e eu disse que não queria passar por tudo aquilo de novo. Se meu corpo não gostou, não vou forçar por questões de ter pago ou não….é uma questão de bom senso e de amor próprio, né?
O que me chateia muito é que, durante a modelagem do dente, minha ponte fixa do outro lado da face desprendeu-se um pouco  e no tratamento de periodontia, mais outro pouco…Em casa, acabou soltando um pouco mais e fui lá às seis da manhã do dia seguinte para fixarem de novo (fiquei aguardando o médico chegar, pois cheguei muito cedo) e mesmo assim ficou ruim. Depois, voltaram à cimentá-la umas semanas mais tarde (outra médica). Neste meio tempo todo, quase 6 meses, fiquei sem mastigar bem do lado esquerdo – da ponte / e do lado direito, com o provisório frágil do implante…e eu vou ter que usar o dinheiro do implante que não deu certo para inteirar o valor dessa ponte fixa que eles soltaram, pois tenho certeza que eles não vão me dar outra, como seria o moral e juridicamente correto, mas tô cansada da IMBRA… Só quero pegar minha grana e sair de lá para orçar uma ponte fixa noutro lugar. Além de não fazer o implante, detonaram minha ponte fixa do outro lado da face. Só falta extrair os sisos nestas próximas duas semanas, pois fazem parte do tratamento de periodontia e não tem nada a ver com o implante.
Enfim, implante pode ser bom para uns e para outros pode não ser. Mas você só vai saber, se vc tentar. É uma cirurgia e todas envolvem riscos.
Foi uma saga e só me trouxe problemas a maior parte do tempo. A única parte boa, foi que a responsável pela periodontia é atenciosa, correta, gentil, excelente profissional e o tratamento nesta parte foi correto. A outra doutora que ia fazer a colocação do definitivo também é uma profissional competente e boa, gentil e esclarece as coisas. Duas excelentes pessoas que faziam com que eu não tivesse mais medo de ir lá, onde eu me sentia desamparada, sem um único responsável por meu tratamento. Sem contar que uma época, perderam meu prontuário lá e me madaram para casa no dia da cirurgia marcada porque os aparelhos tinham quebrado ao mesmo tempo. Dois homens de terno e gravata vieram me pedir mil desculpas. Depois foi que fiz a tal cirurgia cujo pós operatório foi doloridíssimo.

O implante foi um fracasso. Paciência… e isto pode acontecer sem ser problema de cirurgião sensível ou insensível.
Refiro-me a IMBRA de Botafogo e minha amiga de SP (que me visitava no Rio) é testemunha porque me levou na emergência quando saimos da região dos lagos para lá, bem cedinho de manhã depois de ter tentado na noite anterior, por telefone, orientação do meu cirurgião.
A decisão é sua.
O que acontece com os outros, são com os outros.
Apenas, escolha bem o lugar.
Atendentes que tratam clientes com educação é obrigação e não favor.  E usar terno e gravata e ter maquininha de café não faz diferença. O que importa é se o lugar tem gerência, organização e o serviço é bom e isso não tem e, pelo que vi e ouvi nas salas de espera e dentro dos elevadores, não sou só eu que sofri essa saga. Vi muita gente reclamando.

Um abraço
Norma

Pedrita e os trampolins móveis

Arquivado em: Ilustrações — Norma Spagnuolo @ 2:43 am
Pedrita Procurando Kandinsky
Pedrita Procurando Kandinsky

 Descobri uma forma de ter inspiração: sempre que as idéias desaparecerem, vou imaginar meus animais  de estimação fazendo algo inusitado, surreal, que só pudesse acontecer no papel. Se eu não me inspirar, no mínimo darei boas risadas.
Para o desenho acima, inspirei-me na minha gata Pedrita que não queria desgrudar do meu lado e eu não estava conseguindo ter uma idéia pra rabiscar, mas estava super a fim de fazer algo. Então,  eu a imaginei numa espécie de trampolim quadriculado. Se ela pular, cairá num buraco negro (no caso, colorido) do universo. Mas ela não vai porque ela é muuuuiito esperta.
Pulando de  planeta em planeta ela vai voltar pra casa.
Inventei uma estorinha e desenhei um cena.

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