909 Noites Insones

Setembro 27, 2008

Novo iphone

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 12:39 am

A VIVO lançou o novo Iphone e lá se foram uns VIPS correrem de madrugada para adquirir o seu, mas eu me pergunto: por que? pelo que li nos foruns, além de muito caro, o iPhone ilude:. O iPhone não faz vídeos, vídeo-chamadas, não transfere arquivos, não tem bluetooth stereo, não tem rádio, não envia MMS, tem uma camera ruim, entre outros… 
Meu Nokia, quase frita ovo e eu nem precisava de tanta coisa e apenas comprei porque estava dentro do meu bônus, dentro das características do outro (onde eu só fazia questão que enviasse foto-torpedo ) e eu precisei adquirir um novo aparelho por conta do roubo do anterior. Caso eu precisasse pagar uma fortuna, nunquinha que eu o faria. Sou do tempo em que telefone era apenas para fazer e atender ligações e acho isso o máximo sem precisar de fios.  Tudo bem, tem bloco de notas e tal…coisas interessantes…então tá…se vem junto, não vou me importar, mas quando leio nos fóruns a discussão sobre custo x benefício e os preços exorbitantes que fabricantes e operadoras de telefonia móvel praticam no Brasil, me dá até mal estar. Como alguém vai pagar R$ 535,00 mensais por um plano de telefone ? isso pode ser o preço de um curso pré-vestibular pro filho, afilhado, sobrinho…pode ser o preço de um aluguel.
Minha irmã mora em Londres e ela me diz que se as coisas fossem caras como aqui, ia ter uma revolução lá porque ninguém aceitaria comprometer algo importante na vida para pagar para falar no celular. Lá, é apenas um serviço que se oferece  a preços praticáveis e aqui é sinal de status-quo que um sujeito quer mostrar que tem e as empresas se deliciam em faturar em cima da ignorância de um elitista burrinho  e pretensioso. Herança da colonização…fazer o quê? o Brasil só tem 508 e nunca teve uma revolução como a França , EUA…
Seria bom que não precisássemos passar por uma para nós sermos respeitados por políticos e instituições políticas e privadas e multinacionais. 
Preço dos aluguéis, dos automóveis, dos aparelhos celulares e serviços em geral de boa qualidade, mensalidade de escolas e universidades, impostos… tudo caro para um país que não paga bem os trabalhadores e nem propicia ensino de qualidade de base. O empreendedor que quer gerar emprego e tem vontade de pagar melhor, não pode porque os impostos e a “burrocracia  inviabilizam os projetos.
Aí, fica assim: você tem tudo o que é caro num país de maioria trabalhadora, mas sem dinheiro, sem cultura e sem instrução. Os filhos destes se ressentem dos pais trabalharem cada vez mais para dar o que não podem e nem tiveram. Crescem solitários e nem sempre têm as coisas que queriam. Estes jovens crescem: uns sem ética e outros idolatrando traficantes; você não pode sair com seu carrão na hora em que quer, não pode expôr seu iphone na rua e vira refém de seus objetos ( o que também não é justo se você é daqueles que trabalham muito e planejam sempre como melhorar de vida ).  O Brasil é de uma política sórdida e hipócrita.

Olha o que um brasileiro, morando no exterior, falou sobre o iphone:

“Eu Tenho um iphone.  Pago 20 Dolares de Internet unlimited, 60 dólares por 1400 minutos pra qualquer lugar do pais, e mais 5000 minutos livre a partir de 7 da noite e, Sábado e Domingo, vc pode falar até perder a voz… Por apenas 80 dolares mensais.  Moro nos  USA.  Aqui até mendigo tem iphone .
Aqui pra nós: vc viu  quem  entrou na loja pra comprar um iphone ? So elite. 
Será que a faixinera pode ter um?
Esse é um pais que vai pra frente…
Sou orgulhoso de ser brasileiro, mas tem 20 anos que nao vou  ao Brasil, mas me parece que nao mudou muito ai….Quando for rico , mudo pro Brasil pra comprar um iphone …” 

Pois é…  se dependesse de mim, encalharia tudo até a Apple ter noção das coisas. 

Setembro 14, 2008

Um Ladrão Dentro de Minha Casa

Arquivado em: Papinho — Norma Spagnuolo @ 8:26 am

Na madrugada do dia 11 de setembro passei por uma experiência intrigante e inesquecível. Depois de pensar um pouco sobre o assunto e refazer-me minimamente do susto, resolvi postar aqui tal experiência porque , nestes tempos estranhos, pode ser que seja útil para alguém.
Eram por volta das três e meia da manhã e eu estava acordada no meu quarto lendo um livro, confortavelmente deitada na minha cama. Ouvi um barulhinho e meu cachorro, que estava deitado ao pé da cama, não se manifestou. Pensei que pudesse ser minha mãe indo ao banheiro. Continuei lendo mais um  pouquinho de nada e ouvi de novo o barulhinho que, não vinha do corredor, mas desta vez vinha da sala. Achei que o barulhinho era mais estranho e resolvi levantar. A sala estava com a luz apagada e meu quarto com luz de abajur. Quando eu estava quase chegando na sala, ouvi um barulho bem mais forte, um som seco, tipo um pulo e pensei que minha mãe devia ter caído no escuro da sala, pois é uma senhora. Quando olho para a estante, vi um vulto atrás dela, tentando se esconder e me assustei, é obvio, mas não gritei. Acho que meu olhos abriram, fazendo aquele olho de susto, sabe como é? tentando ver direito o que está acontecendo.
Como eu estava lendo um livro espírita, ocorreu-me rapidamente pela cabeça que eu poderia estar vendo um espírito, mas ao mesmo tempo pensei que nunca fui medium vidente ! e que espírito sólido era aquele, negro, de quase 1.70 de altura. Chamei pela minha mãe, mas não um grito…parecia algo à meia-voz,  e o “espírito” se assustou e pensei:  — ué..espírito se assusta com a gente chamando a mãe? (todos esses pensamentos e atitudes, foram muito rápidos). Então, ainda pensando, eu achei que era melhor perguntar o nome e saber o que estava fazendo ali. Fiquei sem resposta. Enquanto perguntava, percebi que não era espírito nenhum e sim era um sujeito de carne e osso mesmo, na minha sala. Aí, falei para ele: — Calma. Não fique nervoso. Não vou gritar, não vou te agredir, não tenho arma…vc me permite que eu acenda a luz? ( ele estava muito perto do interruptor de luz). Só quero acender a luz e conversar com você.
A pessoa disse que sim, “pode acender”
Andei normalmente até o interruptor e acendi a luz, sempre olhando para a “figura”.
Estava me sentindo calma e pensava que eu tinha que acalmar aquela pessoa também.
Então, vi que tratava-se de um rapaz, negro, magrinho, de mais ou menos 1:67 / 68 de altura e não aparentava ter mais de 21 anos. Sem calçados, sem camisa e sem banho.
Eu disse-lhe que ele tinha corrido um sério risco de levar um tiro se na minha casa morasse um homem que tivesse arma e também que meu cachorro poderia tê-lo mordido. Nesse momento, lembrei de meu cachorro no quarto e falei a ele que eu ia fechar a porta do meu quarto para que isso não acontecesse. Da porta de meu quarto para onde o estávamos, eu podia vê-lo, o rapaz.
Então, não sei bem o porquê, me ocorreu de perguntar se ele estava com fome, se queria comer. Ele respondeu que sim e eu disse para ir-mos à cozinha onde eu esquentaria uma janta pra ele e enquanto esquentava, nós poderíamos conversar.
Eu dei a ele um banquinho perto da porta da cozinha, que dava para a área de serviço da minha casa e então, fiz-lhe o máximo de perguntas que me ocorriam fazer. Ele, por sua vez, me disse interrompendo-me por um instante, que estava fazendo aquilo por causa do “crack” e puxou do bolso de sua bermuda comprida preta, meu relógio e umas moedas que ele havia pego na minha gaveta. Eu havia averiguado antes a bagunça que ele tinha feito na gaveta e mesa da sala e vi meus cartões de crédito e documentos espalhados e minha carteira jogada aberta no sofá. Não dei falta de nada. Então, servi o jantar e perguntei se ele queria água. Ele disse que sim, e dei-lhe água. Ele me respondia às perguntas: onde morava (mora na rua), como foi viver na rua, falou de sua famíla, disse-me sua idade e nome (19 anos / Carlinhos) e me contou como havia chegado aqui em casa; de que maneira e por onde entrou. Eu perguntei se ele tinha um lugar onde pudesse tomar um banho e se ele tinha uma camisa e uma calça comprida e ele disse que sim. Perguntei essas coisas para tentar ver se ele se interessaria em encontrar comigo em frente à Sociedade Espírita Ramatis, onde existe um trabalho social sério, com muitas instituições sendo ajudadas por aquela casa, além de grupos de distribuição cestas básicas e dão de sopa aos Domingos e tal. Perguntei a ele se ele iria ao local e ele disse que sim, que sabe onde fica. Pensei em falar com alguém da direção para sugerir uma solução para ele sair daquela vida.

Assim, depois dele jantar e falar, eu disse a ele que abriria o portão da frente, que fica trancado (moro em casa) e na calaçada, ele apontou o lugar por onde entrou, quantas casas pulou, etc…
Por fim, depois que ele me mostrou por onde havia entrado, eu disse para ele ir com Deus. Ele foi embora.
Ao chegar dentro de casa, soltei meu cachorro e fui acordar minha mãe, pois me só então me ocorreu saber se ela estava bem e me senti culpada por não ter-me ocorrido isso antes. Eu a acordei devagarzinho e, graças a Deus, ela estava bem.
Aos pouquinhos e com calma contei a ela o que se passara.
Então, ao acabar, lembrei-me do meu celular e do meu maço de cigarros, pois me deu vontade de fumar. Liguei para o celular e atenderam e desligaram e pensei que o rapaz não me devolveu tudo e concluí que ele não vai encontrar-se comigo na Sociedade Espírita Ramatis. Ele levou para trocar por crack, pensei.
Liguei para a operadora do celular e bloqueei a linha.
Agora, terei mais que 909 noites insones e pela primeira vez  achei bom eu ter tendência a ser notívaga.
Fiquei e estou profundamente agradecida a Deus por ter-se passado tudo com calma, sem gritos, agressões, nem qualquer consequência grave.
Se meu cachorro tivesse acordado, ele teria mordido o rapaz que, provavelmente gritaria e agrediria meu cachorro e eu ficaria nervosa e minha mãe, que sofreu um infarto no ano passado, poderia acordar e ter outro e tudo teria sido um caos.
A insegurança das cidades, normalmente faz-se notar mais frequentemente nas ruas e não em invasões de domicílio, mas caso aconteça com você ou alguém que você conhece o que aconteceu comigo, peço que considere a idéia de não ter reações agressivas, nervosas…nada de pânico que possa assustar o invasor.
O rapaz que invadiu minha casa, encontrou uma porta aberta ( a da minha cozinha que dá para a área de serviço, onde ninguém sabia que ficava aberta, pois não dá ângulo de visão para nenhum ponto da rua, e eu deixava aberta para meu cachorro ir fazer suas necessidades à noite, caso desse vontade). Não deixo mais.
O rapaz não estava armado e nem foi agressivo em momento algum. Ele ficava de cabeça baixa ouvindo o que eu dizia a ele.
Não sei como teria sido se fosse um homem de má índole, mas mesmo assim, acredito firmemente que tratar as pessoas com dignidade e compaixão, quebra  um elo da corrente da violência. Desarma-se um possível algoz.  Cada pessoa deve ter a noção do que fazer no momento em que uma situação desse tipo se apresenta, mas tente não ser precipitado e isso já será de grande ajuda.
Sei que é um atrevimento alguém invadir nossa casa, mas isso é uma questão de segurança pública. Posso apenas votar consciente  e esperar que o político a quem dei meu voto de confiança, cumpra seu dever de manter a cidade em ordem. Tem um mundo de gente morando na rua.  A quem interessa isso?

Abraços em todos.
Norma

Setembro 10, 2008

Filme: Dr. Bezerra de Menezes

Arquivado em: Filminhos — Norma Spagnuolo @ 8:49 am

Não faz muito tempo, fui assistir o filme sobre a vida do Dr Bezerra de Menezes. Fotografia, som, Vereza divino no papel e eu estava achando o máximo, mas de repente o filme acabou. Exatamente assim. Fiquei com aquela sensação de que faltou filme para tantos feitos, tanta história.  Não, o filme não é ruim, eu é que achei que passou muito rápido…
De qualquer forma, se alguém quiser saber como era este médico quando encarnado, conhecer sua trajetória de vida e como ele tornou-se espírita, o filme acerta em cheio e vale á pena conferir.
A cena que mostra o debate do Dr Bezerra de Menezes com um defensor do materialismo, é sem dúvida alguma o ponto alto do filme e aí, sim, fica muito claro a força do amor que Dr. Bezerra tinha (e tem, segundo minhas convicções reencarnacionistas) pelas pessoas. Os olhos chegam a marejar.
Se o filme é “curto”, sinal de que é bom ou, pelo menos, não é nada cansativo….
Abaixo, o trailer:

Setembro 9, 2008

família animal: um bom exemplo

Arquivado em: reflexões — Norma Spagnuolo @ 3:13 am

Não tive filhos. Não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.”  — com esta frase, Machado de Assis terminou seu livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.
Lembrei da frase hoje ao passar pela sala , após acordar, e ouvir na TV ligada a notícia de dois meninos que foram assassinados e esquartejados pelo pai e a madrasta. Péssima maneira de acordar. Mais um caso de extrema violência contra crianças, vítimas de quem deveria protegê-los.
Homo sapiens ? sábios? racionais?
Se algumas pessoas fosses mesmo sábias e honrassem a raça humana, não conceberiam. E esse tipo de coisa não aconteceria nem em nossos piores pesadelos. 
E quantos animais têm “adotado” filhotes de outra espécie? já vi um monte de notícias sobre isso. Imagens passam na TV, no You tube…
Os animais cuidam de seus filhotes. Por que os seres humanos andam enlouquecendo?

Setembro 1, 2008

Janela da Alma

Arquivado em: Filminhos — Norma Spagnuolo @ 8:30 am

Quando eu tinha 7 anos de idade, por recomendação da escola, meus pais me levaram ao oftalmologista e, de fato, eu precisava usar óculos porque tinha quase 1 grau de miopia e astigmatismo no olho direito. O olho esquerdo era bonzinho. Grau zero.
Óculos feito, assim que saí da ótica, quebrei o bendito (sem querer) e levei uma bronca espetacular. Mas eu era uma alma desassossegada e meu corpo infantil acompanhava o ritmo.
Posteriormente, outros foram feitos ao logo dos anos e os óculos eram esquecidos ou ignorados solenemente, pois eu achava que enxergava melhor sem eles. Sempre tinha essa impressão com todos os óculos. Assim, quando era obrigada a pegar o óculos, eu o colocava na cabeça, pendurado na gola da blusa, no bolso de trás da calça comprida, dentro da mochila…enfim..tudo quanto era lugar, menos no rosto.
Não sei se foi devido a isso, fiquei muitos anos sem apresentar alteração no grau. Até li há uns tempos atrás em algum lugar, que óculos é bom e tal, mas vicia o olho e ele acaba “pedindo” mais grau depois de um tempo…alguma coisa estranha assim. Estranha, mas eu achei que comigo fazia sentido.
Lá pelo ano 2001 foi que comecei a sentir necessidade de ver melhor e fui ao oftalmologista (este que ainda me atende) e ficou constatado que meu olho bom e salvador, o esquerdo, aquele que levava o direto nas costas, estava cansado. Fiquei tão triste…meu olho bom estava ficando velhinho…eu estava ficando velhinha…a partir de agora, pensei, vai aparecer tudo que é doença em mim. Mais uns vinte anos e eu vou desencarnar…essas coisas de drama italiano bem de acordo com meu dna.
Bom, não faz nem um mês, estive no oftalmologista e, pelo segundo ano consecutivo, ele me disse que não preciso aumentar o grau de nenhuma lente (esquerda = 0,5 e direito = 4,0 sendo que este tem agora miopia, astigmatismo, hipermetropia e outro troço que não lembro).
Fiquei feliz em não mudar porque ele havia me dito em 2001 que, talvez, eu precisasse trocar as lentes uma vez por ano até morrer.
Não uso lente de contato porque tenho alergia e assim, tenho que usar óculos com lentes bifocais, mas especiais para a espessura da lente do lado direito não ser tão diferente do lado esquerdo (por causa da diferença gritante de graus). Aí, tenho que pagar quase os olhos da cara para pagar o óculos. Daí, porque fico feliz em não ter que trocar por mais um ano. Mas elas ficam razoavelmente finas e sem muita diferença entre si.
Por que falei isso tudo? É que eu estava vendo um filme sobre visão. O ver com sensibilidade, ver o visível, ver o invisível, ver o sútil, ver o escancarado…
O filme: janela da Alma, dos diretores João Jardim e Walter Carvalho.
Ainda hoje, quando sem óculos, sei que muda alguma coisa para melhor em certos aspectos da minha visão. Com óculos, leio melhor, digito estas linhas mais rapidamente e tal, mas é diferente e nem sei explicar muito bem. Parece que minha alma fica meio embaçada com óculos. Para ver pessoas, prefiro estar sem óculos. Tenho a impressão de vê-las melhor.
No filme, pessoas muito interessantes como o diretor de cinema Wim Wenders, Marieta severo, Hermeto Pascoal, Antônio Cícero  e outros falam sobre o uso de óculos e suas implicações sobre a personalidade.
O mundo é visual. Eu trabalho com comunicação visual. Percebo o mundo através da mensagem visual. Diz-se que uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas também sinto preenchimento através do mundo dos sons. O mundo visual às vezes satura, polui o nosso imaginário.
No filme, sinto que colocam um pouco o deficiente visual como sendo mais sensível do que aquele tem os olhos sem problemas.  Não sei se isso é verdade… intuo que não porque a sensibilidade mais exacerbada pode vir de alguém com a alma muito lúcida tendo os olhos bons ou não. Mas acho óbvio que um cego tenha o tato, por exemplo, muito mais apurado do que nós que enxergamos o mínimo para andarmos sem necessidade de cães-guias ou apoios.
De qualquer forma, ando interessada em aprender a ver e não apenas a olhar, pois tenho tendência a olhar o todo, a forma geral e não perceber detalhes e acho que apurando meu olhar para detalhes, minha alma ia agradecer porque ia ser beneficiada de alguma forma, vendo “de verdade”. Daí, eu recomendo que assistam o filme quando puderem porque é sempre uma luz nova que se lança para refletir a vida e suas nuances. Olhar de dentro e olhar de fora.

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