Arquivado em: Sem categoria — Norma Spagnuolo @ 2:47 pm

Mosteiro de Santo Antônio – Largo da carioca

Arcos da Lapa ( o chão neste trecho estava imundo e escorregadio…alô prefeitura!!
se um velhinho cair na rua, se não morrer do tombo, morre de hepatite e afins).

Vista parcial do prédio da universidade Estácio de
Sá, na Av. Pres. Vargas. Pedacinho do Pão-de-Açúcar ao fundo.

Câmara dos vereadores (Palácio Pedro Ernesto)
Cinelândia
Obs: O Palácio Pedro Ernesto (1920) ganhou uma nova iluminação que tem 138 micro- projetores e maior eficiência e menor consumo. O projeto foi realizado pela mesma empresa que produziu a iluminação da Catedral de Notre Dame, em Paris. Essa nova iluminação faz parte do projeto de revitalização da Cinelândia tornando o Palácio em mais um ponto turístico da cidade.
Do ponto de vista da arquitetura e do turismo, é uma beleza mesmo, mas de resto…
(clique nas fotos para ampliá-las e depois delas ampliadas, abaixo e à direita, aparecerá um ícone que permite ampliar mais um pouquinho, ok?)
Arquivado em: Sem categoria — Norma Spagnuolo @ 2:15 pm

Biblioteca Nacional

Escola de Música UFRJ

Praça Mahatma Ghandi – Cinelândia

Cinelândia e Teatro Municipal (ao fundo)

Museu Nacional de Belas Artes (parte)

Av. Rio Branco e MNBA

Prédio da Petrobrás – Av. Chile

Postezinho do tempo da Chiquinha Gonzaga na Rua uruguaiana
O inverno chegou ao Rio de Janeiro. Dias de frio úmido e eventuais chuvas. Fui ao centro da cidade resolver umas coisas e reparei duas coisas: o chão deve estar muito sujo em alguns trechos da cidade porque o calçado escorregava horrores. Parecia até que haviam colocado graxa na calçada, principalmente ali perto dos Arcos da Lapa. A outra coisa é algumas instituições culturais estão em reforma, como o Teatro Muinicipal – agora dirigido pela Carla Camurati – e também o Museu Nacional de Belas Artes e a Biblioteca Nacional. Acho que isto deve estar acontecendo porque o verão é quando as pessoas saem mais de casa para se distrairem.
isso é curioso. Em São Paulo, onde há chuvinha e frio com mais frequência, as pessoas saem pra se divertir mesmo assim. E até com o trânsito complicado, parece-me que não deixam de sair.
Não que as pessoas aqui deixem de sair totalmente mas, definitivamente, dias nublados e chuvosos durante uma semana direto, eu não gosto e parece que muitos cariocas pensam como eu.
Aqui o frio é úmido e faz arder as narinas. Parece que entranha nos ossos da gente e, à medida que vamos subindo a serra para Friburgo, Lumiar, Petrópolis, Teresópolis, etc, vai ficando mais forte essa sensação térmica de mais frio do que apontam os termômetros.
Foi morando no interior do Rio que peguei pneumonia e desenvolvi uma rinite alérgica crônica.
Fiquei lá três anos e meio e voltei pra cidade.
Mas fico feliz que estejam arrumando tudo direitinho para que, na primavera ou no verão, a gente possa ir naqueles lugares e encontrá-los bonitos e seguros. Sim, seguros, pois as chuvas de verão são muito fortes e acabam com os telhados.
Mas o céu tava com aquela cor de “burro quando foge”…